Páginas

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

MOTOQUEIRO FANTASMA

‘O silêncio era ouvido por toda cidade, a neblina ofuscava a luz do luar,
O vento soprava lentamente, mas de repente ouviram-se gritos pelo ar.
Era um barulho ensurdecedor lá no meio da escuridão,
Era o ronco de um motor em disparada, ao som de uma canção pela estrada’.